|
Diretor do LACTEC visita prefeito em exercício platinense |
|
|
|
|
Seg, 25 de Janeiro de 2010 08:26 |
|
O diretor do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (LACTEC), Luiz Malucelli, juntamente com o presidente da Câmara de Santo Antônio da Platina, Francisco Faustino de Proença Junior, o Chiquinho Net, visitaram na última semana o prefeito em exercício do município Jorge Garrido. “Queremos fazer parcerias com as prefeituras para trazer nossas pesquisas a todas as cidades, e melhorar assim as condições de vidas dos moradores”, comenta Luiz Malucelli.

Durante a conversa o diretor do LACTEC demonstrou sobre o instituto e suas funções. Ele é um centro de pesquisa tecnológica, sem fins lucrativos, auto-sustentável, que por meio de soluções tecnológicas contribui e promove desenvolvimento econômico, científico e social, além de preservar e conservar o meio ambiente. Como entidade auto-sustentável, o LACTEC obtém recursos pela venda de projetos de Pesquisa e Desenvolvimento e de outros serviços tecnológicos. É responsável por todas as suas despesas com recursos humanos, instalações e demais custos necessários para sua operação, não estando vinculado, financeiramente, a nenhuma empresa privada, nem órgão ou empresa pública. Foi certificado, no ano 2000, pelo Ministério da Justiça, através da Lei 9.790, como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (O.S.C.I.P.), que lhe permite, dentre outros desenvolvimentos, o de parceria com o setor público através da dispensa do processo licitatório.
Para o presidente do legislativo platinense a conversa se tornou importante pela proposta de parcerias para melhorar a qualidade de vida do município. “Este instituto tem realizado vários projetos em todas as regiões do estado. Seria muito importante que possamos ter uma parceria para trazer idéias inovadoras para serem praticadas no Norte Pioneiro”, finaliza Chiquinho.
|
|
Balanço das atividades do Lactec combina tecnologia e desenvolvimento social |
|
|
|
|
Qua, 13 de Janeiro de 2010 09:19 |
|
O diretor-superintendente do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec), Luiz Malucelli Neto, apresentou um balanço de atividades da entidade nos últimos sete anos. Segundo o diretor, o instituto mantém o compromisso de levar adiante o fomento e a integração de políticas públicas do Governo do Paraná, onde é indiscutível o papel da pesquisa e da inovação tecnológica para o desenvolvimento social e econômico.
Hoje, fazem parte do Lactec, além da Copel, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), a Associação Comercial do Paraná (ACP) e o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP). O instituto tecnológico não tem fins lucrativos e é auto-sustentável. O Lactec mantém parcerias em contratos para o desenvolvimento tecnológico com grandes empresas como a Copel, a Petrobrás, a Siemens, Bematech, Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A (Eletronorte) e a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) entre outras.
 Parcerias – São vários os trabalhos desenvolvidos pelo instituto em parcerias de grande importância. Uma deles, com a Petrobras no valor de R$ 6,2 milhões, permitiu a montagem de uma nova unidade de testes no Laboratório de Emissões Veiculares (Leme), equipada com o que existe de mais moderno no mundo para testes em grandes motores a diesel e biodiesel. O objetivo principal unidade é atender à mudança da legislação brasileira em relação às emissões veiculares. Outro importante convênio de cooperação foi assinado com a empresa paranaense Positivo Informática que prevê parceria no desenvolvimento de inovações em tecnologia para aplicação em computadores vendidos no Brasil e no exterior. A parceria vai envolver o trabalho de três grandes laboratórios do Lactec na criação de melhorias em hardware e nos computadores portáteis, principal produto da empresa paranaense — que é líder nacional no mercado de informática. A expertise do Lactec é reconhecida em muitos países, tanto que um dos maiores institutos de teste automotivos do mundo, o espanhol Idiada Automotive Technology enviou diretores ao Paraná para confirmar a qualidade das pesquisas do Instituto e fortaleceram o compromisso pela integração dos trabalhos de colaboração que mantém com o centro de pesquisa paranaense. Com a empresa paranaense de automação comercial Bematech, foi desenvolvido um trabalho para o desenvolvimento de inovação em software e testes de qualidade. Transportes - O instituto também participou do projeto de construção de veículos movidos a energia elétrica que serão incorporados à frota da Copel. O projeto que busca aperfeiçoar e adequar às condições brasileiras essa tecnologia é coordenado por Itaipu Binacional, que em 2006 firmou convênio com a empresa elétrica suíça KWO e do qual também participam o Lactec e a Eletrobrás. Ainda nesta área, O Lactec firmou com a Ferroeste contrato para a realização de estudo de pré-viabilidade do ramal da Ferroeste entre Guarapuava e Paranaguá. Meio ambiente - O Instituto trabalha desde 2003 em conjunto com concessionárias de energia de todo o Brasil no controle e monitoramento de espécies exóticas invasoras, um problema ambiental que vem causando preocupações ao setor elétrico. Uma destas espécies, em especial, está recebendo atenção dos pesquisadores, por causa dos prejuízos que pode levar às hidrelétricas: o mexilhão dourado. A introdução do molusco no país foi identificada há cerca de 11 anos e a rápida proliferação fez com que diversos setores se mobilizassem para minimizar os impactos, tanto ambientais como econômicos de sua presença, inicialmente, em rios das regiões sul e sudeste. O Lactec é pioneiro na criação de um grupo de estudos e atua em parcerias com hidrelétricas em cinco estados brasileiros.
O Lactec tem também convênios com a Elejor, a Eletronorte, Tractebel e as paulistas Duke Energy e AES Tietê para estudos específicos relacionados às características de cada região. Em uma ação conjunta com o Governo do Estado, o Instituto enviou, às prefeituras paranaenses, uma cartilha sobre preservação de recursos naturais e como tornar o uso da energia elétrica mais eficiente, economizando na conta de luz. “O Lactec possui experiência para atuar em diversas fontes alternativas e renováveis de energia, e também desenvolve diversos projetos com energia elétrica, como o de eficientização de energia em parceria com a Copel”, comentou Luiz Malucelli Neto. Energia - O Instituto e a Companhia de Energia do Maranhão (Cemar) desenvolvem projeto para reduzir as perdas comerciais da empresa na distribuição de luz em comunidades urbanas e rurais. Através de um Transformador de Distribuição com Medição Integrada de Energia Elétrica, é possível identificar e eliminar os “gatos” com metodologia inédita no Brasil. Assim, a Cemar poderá calcular os valores mensais do consumo de energia elétrica de todos os consumidores e comparar o valor com o registrado no mesmo período pelo medidor integrado ao transformador de distribuição. Além disso, o equipamento inclui um dispositivo de comunicação digital de curta distância, que registrará os dados diretamente em um telefone celular de última geração, facilitando o trabalho dos profissionais que fazem a medição do consumo. Para a empresa catarinense de energia Celesc, o Lactec testa transformadores comprados da França, para adequá-los às normas nacionais de uso em redes de distribuição de eletricidade. A Eletrobrás, outra importante parceira, entregou ao governo alagoano o projeto Atlas e Mapa Eólico do Estado de Alagoas, desenvolvidos pelo Lactec para o Desenvolvimento em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e a empresa Camargo Schubert. O trabalho faz parte do plano de Desenvolvimento Energético de Alagoas, define o potencial energético dos ventos e servirá de base para investimentos na geração este tipo de energia limpa e renovável.
Segundo Malucelli, o Lactec busca a excelência em projetos de geração de energias renováveis e ecologicamente sustentáveis, não só no Paraná, mas em grandes parcerias pelo Brasil. É assim com empresas hidrelétricas e de biocombustíveis em todo País”. Gestão – Luiz Malucelli destacou também o cancelamento de autuação administrativa por falta de recolhimento de ISS junto à Prefeitura de Curitiba, que faz com que o Lactec deixe de ter uma dívida administrativa de aproximadamente R$ 25 milhões, que teria impacto negativo nas demonstrações contábeis e no funcionamento do Lactec. Além disso, o instituto obteve a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro, devido pela Renault do Brasil, no valor total de R$ 1,44 milhão, em razão do convênio celebrado para desenvolvimento do projeto LEME – Laboratório de Emissões Veiculares. “Estas importantes vitórias consolidam a lisura de conduta contábil, fiscal, jurídica e administrativa do Lactec, e permitiram a recuperação do resultado operacional do Instituto, que hoje apresenta superávit contábil. Estas ações que desenvolvemos no instituto, fazem parte das diretrizes do desenvolvimento ordenadas pelo governador Roberto Requião com enxugamento da estrutura e formalização de grandes parcerias. É um trabalho feito a varias mãos com uma brilhante equipe de técnicos e com uma firme atuação de nossa diretoria”, finalizou Malucelli.
|
|
Lactec inaugura laboratório que avalia emissão de poluentes em motocicletas |
|
|
|
|
Ter, 08 de Dezembro de 2009 08:16 |
|
Instituto paranaense é o primeiro laboratório do País a realizar estudos independentes sobre poluição por motocicletas
O Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec) inaugurou nesta segunda-feira (7), em Curitiba, o Laboratório de Ensaios de Emissões em Ciclomotores, onde será avaliada a emissão de poluentes por motocicletas. A nova unidade vai controlar a qualidade dos motores, que deverão se adequar às determinações da nova lei federal sobre redução de poluentes, além de possibilitar o desenvolvimento de novos combustíveis. Este é o primeiro laboratório do País a realizar estudos independentes sobre poluição por motocicletas – há outros quatro, sendo três em Manaus (AM) e um em Campinas (SP), mas de fabricantes de motores. 
“Por sermos um instituto de tecnologia de ponta nas áreas de informática, meio ambiente e automotores, damos um passo importante perante a comunidade científica. Além disso, nos tornamos mais um importante instrumento para a atração de empresas porque os empresários procuram, cada vez mais, locais com tecnologia qualificada para se instalarem, e isso oferecemos no Paraná”, afirmou o diretor-superintendente do Lactec, Luiz Malucelli Neto. O laboratório tem capacidade para realizar 20 ensaios por dia, de 20 gases diferentes, como monóxido e dióxido de carbono. O projeto foi financiado pela Petrobras, com investimentos de R$ 4,62 milhões. “A Petrobras investe muito nas chamadas ‘Redes Temáticas’, que são parcerias com universidades e centros de pesquisas para alavancar o desenvolvimento da indústria e da tecnologia”, disse o diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa. Segundo ele, esta é a primeira fase do projeto com o Lactec. Haverá outra, que vai testar motores a diesel.
“A Petrobrás tem atuado na qualidade dos derivados, e a indústria automobilística, na fabricação de motores e tecnologia avançada, como os motores a diesel. Não adianta termos combustíveis de excelente qualidade, mas motores com tecnologia defasada porque apenas o combustível não é suficiente para a redução das emissões. É preciso casar os dois”, argumenta Costa.
O laboratório pretende, justamente, dar suporte às empresas no desenvolvimento de motores e auxilia-las a adequarem os atuais à nova legislação. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) publicou a resolução n.º 297, de 26 de fevereiro de 2002, estabelecendo limites para emissões de gases poluentes por motociclos e veículos similares. Os novos modelos devem ser adotados a partir deste ano. “Em 2007, por exemplo, uma moto poluía sete vezes mais que um automóvel, além de os limites de emissão serem diferentes. Estes limites estão mudando”, comentou o pesquisador e coordenador da implantação do laboratório, Renato Penteado.
Segundo Penteado, a principal mudança imposta pela lei diz que as motocicletas devem usar catalisadores, como os já adotados em automóveis. “O gás passa por estes catalisadores, que reduzem a poluição em até 15 vezes”, disse o pesquisador. Dessa forma, os motores brasileiros também poderão atender às exigências internacionais, fomentando a exportação com União Européia e Estados Unidos, por exemplo, onde a legislação é mais rígida.
O trabalho do laboratório, diz Penteado, será feito visando reduzir o consumo de energia e diminuir a emissão de poluentes, além de tornar os testes com motores mais rápidos e baratos. “As indústrias são obrigadas a testar um percentual de sua produção, mas não têm onde fazer as análises porque há no Brasil apenas quatro laboratórios, de fabricantes de motores. Sendo assim, as onze empresas fabricantes que não possuem laboratórios fazem as avaliações no exterior, como China, Japão e Coréia”, explicou Penteado, ao destacar que o laboratório traz o diferencial de incentivar o desenvolvimento acadêmico, com projetos de mestrado e doutorado, diferentemente dos laboratórios das empresas fabricantes.
É expressiva a evolução da venda de motos no Brasil, como pode ser observado em dados extraídos da Abraciclo. Um crescimento sustentado da ordem de 13% ao ano, desde 2000, quando foram produzidos 4,03 milhões de veículos, e hoje chega a 13,7 milhões. O número de fabricantes de motocicletas no país também está em crescimento, sendo que há 11 fabricantes em atuação no país e outros 10 estão com projetos aprovados.
O Lactec conta também com um laboratório para avaliação de emissão de poluentes de carros. O laboratório, independente, atende principalmente os veículos produzidos pelas montadoras da Região Metropolitana de Curitiba.
|
|
|